A Polícia Militar e a Polícia Civil do Paraná intensificaram, nesta segunda-feira (04), as buscas pelas primas Stella Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, desaparecidas desde o dia 20 de abril.
As diligências estão concentradas na zona rural de Paranavaí, em uma estrada que dá acesso ao município de Mirador.
Equipes utilizam drones, análise de imagens e apoio dos setores de inteligência para tentar localizar pistas que levem ao paradeiro das jovens.
Informações repassadas às autoridades indicam que as duas podem ter passado pela região onde as buscas estão sendo realizadas, o que reforçou o trabalho no local.
O caso
Moradoras de Jussara, as jovens foram vistas pela última vez em Cianorte, quando seguiam para uma festa na cidade de Porto Rico.
Segundo relatos, elas estavam na companhia de um homem, em uma caminhonete de cor escura.
O desaparecimento foi registrado por meio de boletim de ocorrência no dia 23 de abril, na Delegacia de Cianorte.
Desde então, a Polícia Civil iniciou investigações para localizar as vítimas e identificar o homem que estava com elas.
De acordo com a Polícia Civil do Paraná, as investigações apontam para um suspeito de 39 anos, identificado como Clayton Antônio da Silva Cruz.
Conforme o delegado Luis Fernando Alves Silva, o homem utilizava identidade falsa para esconder seu histórico criminal e já é considerado foragido da Justiça, com mandado de prisão em aberto por roubo agravado expedido pela Comarca de Apucarana.
O rastreamento digital indica que a última atividade das jovens na internet ocorreu na madrugada do dia 21 de abril, marcando o último registro conhecido sobre o paradeiro delas.
Com base em depoimentos, reconhecimentos formais e relatórios de inteligência, a Polícia Civil trabalha atualmente com a hipótese de homicídio como principal linha de investigação.
No dia 29 de abril, foi solicitado o pedido de prisão temporária do suspeito.
As buscas seguem em andamento, e a polícia pede que qualquer informação que possa ajudar nas investigações seja repassada às autoridades de forma anônima.
Fonte: Maringá Post / Iasmim Calixto

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